Na hora de comprar um imóvel, dois termos costumam gerar dúvidas: sinal e entrada. Embora muitas pessoas tratem como sinônimos, eles têm funções distintas no processo de aquisição. Para esclarecer essa diferença, a construtora Menin reuniu informações essenciais para ajudar compradores a se planejarem com mais segurança.
Segundo a Menin, embora muitos tratem o sinal e a entrada como se fossem a mesma coisa, “cada um desses conceitos tem um papel específico no processo de compra de um imóvel”.
De forma simplificada, o sinal é um pagamento inicial feito pelo comprador para formalizar sua intenção de compra, enquanto a entrada é uma parte do valor total do empreendimento, que será descontada no momento do financiamento.
“Entender o que significa cada um desses termos e como eles se aplicam ao processo de compra é essencial para evitar confusões e garantir um planejamento financeiro adequado”, destaca a Menin.
O sinal é um pagamento inicial realizado pelo comprador no momento em que ele decide adquirir um imóvel. Esse pagamento é uma espécie de garantia para o vendedor, demonstrando que o comprador tem a intenção firme de fechar o negócio.
Ao pagar o sinal, o comprador formaliza o interesse e, de certa forma, compromete-se a seguir com a compra.
O valor normalmente é acordado entre as partes, e pode variar dependendo do tipo de negociação, do imóvel e da negociação com o vendedor.
“Vale ressaltar que o sinal não faz parte do valor financiado. Ele não é descontado da dívida total a ser paga no futuro. Ele serve mais como uma ‘retenção’ do comprador, que não pode simplesmente desistir da compra sem enfrentar alguma penalidade”, explica a Menin.
Isso significa que, se o comprador desistir da compra após ter pago o sinal, ele pode perder esse valor, de acordo com as condições estipuladas no contrato.
Normalmente, o sinal representa um valor entre 5% e 10% do preço total do imóvel, mas isso pode variar. É importante entender que o sinal não tem um valor fixo e que ele deve ser acordado entre as partes no momento da negociação.
A entrada, por outro lado, é uma quantia que o comprador paga como parte do valor total do imóvel.
Diferentemente do sinal, ela tem um papel direto no financiamento. Ou seja, é uma porcentagem do valor total que será paga diretamente pelo comprador e será descontada do valor que será financiado.
Por exemplo: se o valor total for R$ 300.000 e a entrada for de 30%, o comprador pagará R$ 90.000, e o restante (R$ 210.000) será financiado.
Desde novembro de 2024, a porcentagem de entrada para financiamentos na Caixa Econômica Federal mudou. Segundo reportagem da Agência Brasil, “para quem financiar imóvel pelo sistema de amortização constante (SAC), em que a prestação cai ao longo do tempo, a entrada subirá de 20% para 30% do valor do imóvel. Pelo sistema Price, com parcelas fixas, o valor aumentará de 30% para 50%”.
“A entrada é essencial para que o comprador consiga obter aprovação no financiamento. Ela é uma garantia para a instituição financeira de que o comprador tem condições de arcar com parte do valor do bem”, destaca a Menin.
Ela que vai ajudar a reduzir o valor a ser financiado. Pode ser paga à vista ou financiada em alguns casos, mas a maioria dos bancos exige que ela seja paga de forma antecipada.
Além disso, quanto maior for o valor da entrada, menores serão os encargos financeiros para o comprador, uma vez que ele estará financiando uma quantia menor.
Agora que já foi esclarecido o que é o sinal e o que é a entrada, é importante reforçar as principais diferenças entre esses dois conceitos:
“Ao compreender essas diferenças, o comprador consegue se planejar melhor, tomar decisões mais conscientes e garantir uma negociação mais segura e transparente”, finaliza a Menin.
Desde 1986, a Menin se destaca no setor da construção civil, com mais de 3 milhões de m² construídos e 80 mil unidades entregues em diversas regiões de São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Com um padrão construtivo que reflete os avanços mais inovadores da engenharia moderna, ela se destaca desde a concepção do projeto até a seleção criteriosa de materiais e acabamentos. A empresa alia inovação e sustentabilidade, garantindo empreendimentos de alta qualidade e excelência no mercado imobiliário.
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FABRÍCIO SANTANA VALADÃO
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