A Menzoil, empresa que atua no desenvolvimento de formulações avançadas em óleos lubrificantes, firmou uma parceria como patrocinadora do instituto Cidades Invisíveis, que surgiu em Santa Catarina, em 2012, e que hoje atua em outros três Estados do país (Rio de Janeiro, São Paulo, e Rio Grande do Sul), levando educação, cultura e lazer para mais de 14 mil pessoas destes Estados.
“O Cidades Invisíveis surgiu com o fotógrafo documental e professor de direito Samuel dos Santos, em 2012, que começou indo às favelas de Florianópolis para fotografar a realidade da cidade, e todo o contraste social vivido nela. A partir disso, começou a vender camisetas com artes inspiradas em suas fotografias para ajudar as famílias das periferias de forma assistencial. Conforme o CI foi crescendo, e a partir da associação com empresas do setor privado e programas de financiamento público, ele começa a transicionar, deixando de atuar de forma apenas assistencial, para gerar mais oportunidades para aquelas pessoas se desenvolverem, a partir de cursos profissionalizantes, esporte, dança, cultura, atendimento psicológico, entre outras ações visando criar possibilidades para essas pessoas em situação mais vulnerável”, comenta Paula Mello, gestora de projetos sociais do CI.
O Cidades Invisíveis conta com três programas: O RUA (Ressignificação Urbana Artística), que atua revitalizando os espaços das comunidades; o Pontes e Conexões, que tem como objetivo estreitar relações e criar redes de apoio entre as comunidades assistidas e outras instituições; e por fim, o projeto Bonsai, principal projeto da instituição. Eles são espaços onde pessoas de comunidades vulneráveis conseguem ter o acesso a cursos, qualificação profissional, acesso à tecnologia, assistência psicológica, atividades de lazer e cultura, entre outros.
Dentro dos Bonsais, atualmente o Cidades Invisíveis conta com 270 alunos matriculados, entre crianças, jovens, adultos e idosos. Desde sua fundação, o Cidades Invisíveis promoveu o impacto social em 62 comunidades, com nove Bonsais, beneficiando diretamente mais de 100 mil pessoas e indiretamente mais de 500 mil pessoas. Além disso, foram criados mais de 1,5 mil m² de arte urbana, apoiado por 80 artistas do projeto RUA (Ressignificação Urbana Artística), e mais de 30 educadores sociais atuando nos projetos.
Agora, a Menzoil faz parte do Programa de Empresas Voluntárias e Patrocinador Mantenedor do Cidades Invisíveis, estabelecendo um programa de patrocínio e doações corporativas para contribuir com a estrutura do Bonsai Vidigal, no Bairro do Vidigal, no Rio de Janeiro: “Nosso objetivo é contribuir na manutenção dessa iniciativa tão fundamental para a comunidade, auxiliando no Bonsai Vidigal para a realização de ações educacionais como aulas de inglês, jiu-jitsu, projetos de dança, de box, aulas de ioga, enfim, todas as ações dentro do instituto, a Menzoil estará contribuindo para a manutenção destas ações”, comenta Filipe Arges, fundador e diretor de marketing e de novos negócios da Menzoil.
Entre os projetos que serão beneficiados pelo apoio da empresa, estão aulas de jiu-jitsu e boxe, que oferece treinamentos regulares, competições e atividades de integração; as aulas de inglês, oferecidas a alunos em diferentes níveis, focadas em conversação e gramática; as aulas de yoga, que trazem aos alunos sessões regulares com meditação e técnicas de respiração; além das aulas de diferentes estilos de dança e apresentações culturais. Somente nessas atividades, já são mais de 60 alunos matriculados, com idades que vão dos 14 até os 60 anos.
Para Samuel dos Santos, fundador do Cidades Invisíveis, essa parceria traz ao CI a possibilidade de transformar a vida de cada vez mais pessoas através do esporte, “com esse apoio estratégico da Menzoil, vamos conseguir possibilitar a essa comunidade que será impactada muito mais lazer, saúde e, acima de tudo, o desenvolvimento de habilidades e capacidades que auxiliarão essas pessoas a mudarem suas trajetórias para o futuro. O impacto dessa parceria é extremamente relevante, e ajudará a mudar a vida de muitas pessoas”, declara.
“Parcerias como essa com a Menzoil nos permite evoluir e progredir com o projeto cada dia mais, projetando o Cidades Invisíveis para chegar em mais comunidades e, consequentemente, influenciar positivamente na vida de mais pessoas que vivem nesses lugares. No dia 10 de dezembro, inauguramos o Jiu-jitsu no Vidigal, um projeto que só foi possível devido a essa parceria, assim como o inglês, que começaremos em breve. Para nós, é uma honra e uma grande alegria contar com esse apoio da Menzoil para nosso projeto, e esperamos que tenhamos uma parceria duradoura e transformadora na vida de tantas crianças, adultos e idosos”, comenta Paula.
Sobre o Cidades Invisíveis
Criado em 2012 com o sonho de mudar realidades e transformar vidas, o Cidades Invisíveis é uma organização social que atua em diversas cidades do país, impactando milhares de crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade, agindo como um instrumento para a redução da pobreza e da desigualdade nas suas mais diversas dimensões. Desenvolve diversos projetos em parceria com artistas locais e nacionais, onde a renda arrecadada pelas ações tem parte do lucro revertida para a transformação social em várias comunidades. Dentro de seus Bonsais, espaços próprios dos projetos nas comunidades, dispõe de projetos que possibilitam o acesso ao conhecimento, aconselhamento, novas tecnologias, cuidados básicos, lazer, cultura, entre outros, para a aceleração de potenciais humanos que, muitas vezes, estão desassistidos pelo poder público.
Agente de transformação social, o Cidades Invisíveis está presente atualmente em Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Canela (RS), destinando mais de R$3,7 milhões a projetos sociais nos seus mais de dez anos de atuação. O instituto está alinhado com a Agenda 2030 da ONU, com o plano global de transformar o mundo em um lugar melhor, sendo também signatário do Movimento Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de Santa Catarina (ODS/SC), para combater a invisibilidade de pessoas das periferias das cidades onde atua.
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STEPHANIE FERREIRA
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