5 sinais de que sua empresa precisa rever o modo como avalia inglês em processos seletivos
Da triagem à promoção, decisões que dependem do nível de inglês ainda são, na maioria das vezes, baseadas apenas em percepção
TOEIC
Basta a pergunta "você tem inglês fluente?" em uma entrevista de emprego para que a empresa decida, muitas vezes sem perceber, apostar todo um processo seletivo na palavra do candidato. No entanto, o nível de inglês para diferentes cargos pode exigir uma análise mais profunda, por isso a TOEIC Brasil, responsável pela aplicação da certificação internacional de proficiência em inglês TOEIC no país, lista cinco sinais que podem revelar que a sua organização precisa rever etapas de inglês em processos seletivos.
A prática da não comprovação do inglês pode ser comum nesse tipo de processo, mas revela que, sem um critério objetivo por trás, a real proficiência só é testada quando já é tarde para corrigir a rota: em uma reunião internacional, ao trabalhar fora do país, ou mesmo na promoção que não entrega o que prometia.
Segundo o estudo EF English Proficiency Index 2025, o Brasil subiu seis posições, mas segue em 75º lugar entre 123 países, na faixa de “proficiência baixa”, o que é abaixo da média global. Na prática, isso significa que boa parte dos candidatos que chegam às entrevistas de emprego carregam essa mesma limitação, muitas vezes mascarada por um inglês "de sobrevivência" que passa despercebido em avaliações informais. É nesse descompasso entre o discurso do currículo e a proficiência real que aparecem, com frequência, cinco sinais recorrentes para times de RH e gestão.
1. Um candidato passa com mérito pela triagem de inglês, mas trava nas primeiras reuniões internacionais;
2. Decisões de promoção que consideram o inglês terminam sendo baseadas em impressão, não em dado;
3. O programa de treinamento de inglês existe, mas não há uma linha de base clara para medir a evolução dos times;
4. Profissionais em processo de expatriação - residir e trabalhar fora do seu país de origem - chegam ao destino com um nível de inglês diferente do esperado;
5. Vagas com requisito de inglês recebem candidaturas com autodeclarações de nível impossíveis de comparar entre si.
O fio condutor entre esses cinco cenários é sempre o mesmo, sendo a ausência de uma régua comum. Sem ela, recrutadores, gestores e candidatos falam de "nível de inglês" usando critérios completamente diferentes, e é aí que as decisões erram.
"Não é falta de cuidado do RH, é falta de instrumento", explica Monica Pasello, CEO da TOEIC Brasil. "Quando a empresa não tem uma métrica objetiva, ela acaba decidindo com a melhor das intenções, mas sem dado nenhum para sustentar a decisão. E isso custa caro em tempo, dinheiro e, muitas vezes, em uma expatriação que não dá certo”.
Ainda segundo a executiva, toda empresa mede performance, produtividade, engajamento, então é válido refletir sobre o porquê o inglês, que impacta diretamente negociações e resultados internacionais, continuaria sendo a única variável decidida no achismo.
O próximo passo das empresas brasileiras, de acordo com Monica, é tratar o inglês como qualquer outra competência crítica de negócio, sendo mensurável, comparável e acompanhável ao longo do tempo. Além disso, com uma certificação internacional como parâmetro, o RH não reagirá mais a problemas de comunicação já instalados, pois passará a preveni-los desde a triagem.
Quer entender como aplicar o TOEIC na sua empresa? Saiba mais em www.toeic.com.br.
A prática da não comprovação do inglês pode ser comum nesse tipo de processo, mas revela que, sem um critério objetivo por trás, a real proficiência só é testada quando já é tarde para corrigir a rota: em uma reunião internacional, ao trabalhar fora do país, ou mesmo na promoção que não entrega o que prometia.
Segundo o estudo EF English Proficiency Index 2025, o Brasil subiu seis posições, mas segue em 75º lugar entre 123 países, na faixa de “proficiência baixa”, o que é abaixo da média global. Na prática, isso significa que boa parte dos candidatos que chegam às entrevistas de emprego carregam essa mesma limitação, muitas vezes mascarada por um inglês "de sobrevivência" que passa despercebido em avaliações informais. É nesse descompasso entre o discurso do currículo e a proficiência real que aparecem, com frequência, cinco sinais recorrentes para times de RH e gestão.
1. Um candidato passa com mérito pela triagem de inglês, mas trava nas primeiras reuniões internacionais;
2. Decisões de promoção que consideram o inglês terminam sendo baseadas em impressão, não em dado;
3. O programa de treinamento de inglês existe, mas não há uma linha de base clara para medir a evolução dos times;
4. Profissionais em processo de expatriação - residir e trabalhar fora do seu país de origem - chegam ao destino com um nível de inglês diferente do esperado;
5. Vagas com requisito de inglês recebem candidaturas com autodeclarações de nível impossíveis de comparar entre si.
O fio condutor entre esses cinco cenários é sempre o mesmo, sendo a ausência de uma régua comum. Sem ela, recrutadores, gestores e candidatos falam de "nível de inglês" usando critérios completamente diferentes, e é aí que as decisões erram.
"Não é falta de cuidado do RH, é falta de instrumento", explica Monica Pasello, CEO da TOEIC Brasil. "Quando a empresa não tem uma métrica objetiva, ela acaba decidindo com a melhor das intenções, mas sem dado nenhum para sustentar a decisão. E isso custa caro em tempo, dinheiro e, muitas vezes, em uma expatriação que não dá certo”.
Ainda segundo a executiva, toda empresa mede performance, produtividade, engajamento, então é válido refletir sobre o porquê o inglês, que impacta diretamente negociações e resultados internacionais, continuaria sendo a única variável decidida no achismo.
O próximo passo das empresas brasileiras, de acordo com Monica, é tratar o inglês como qualquer outra competência crítica de negócio, sendo mensurável, comparável e acompanhável ao longo do tempo. Além disso, com uma certificação internacional como parâmetro, o RH não reagirá mais a problemas de comunicação já instalados, pois passará a preveni-los desde a triagem.
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Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): LUIZ FERNANDO VALLOTO
lvalloto@singcomunica.com.br